Crítica | Doutor Estranho: No Multiverso da Loucura

Proeminente
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Pelo que parece as coisas saíram do controle no roteiro. Mais uma vez fui tapeado pelo trailer. Doutor Estranho no multiverso da loucura prometeu muito e entregou pouco.


Créditos: Marvel Studios.


Doutor Estranho 2: No Multiverso da Loucura prometia levar os espectadores a uma jornada pelos confins do multiverso, repleta de magia, mistério e novos horizontes. No entanto, ao analisar os diversos elementos do filme, encontramos pontos de destaque e algumas áreas que deixaram a desejar.


Poster promocional


ROTEIRO: Ótimo


ATUAÇÕES: Razoáveis


CGI: Razoável


FOTOGRAFIA: Excelente


ARTE E DESIGN: Ótimas


DIREÇÃO: Ótima



6.8/10



ELENCO


O elenco de Doutor Estranho 2 traz talentos notáveis, mas a distribuição de destaque pode ter sido desigual. Benedict Cumberbatch, como o Doutor Estranho, teve um papel menos proeminente do que se esperava, quase parecendo um coadjuvante em sua própria sequência. Em contraste, Elizabeth Olsen como Wanda Maximoff assume uma posição central e entrega uma performance poderosa. As breves aparições de John Krasinski como Senhor Fantástico e Patrick Stewart como Professor Xavier, embora empolgantes, não receberam o tempo necessário para se desenvolver, o que pode ter sido uma oportunidade desperdiçada de introduzir esses personagens.


ROTEIRO


O roteiro do filme pode ter surpreendido alguns espectadores ao focar mais nos personagens de Wanda Maximoff do que na exploração plena do multiverso. Embora a jornada pessoal de Wanda seja envolvente, a promessa inicial de uma exploração intensiva do multiverso pode ter ficado em segundo plano.


A direção de Sam Raimi empresta ao filme uma atmosfera sombria e distintiva, que ressoa com seu histórico no gênero do terror. As cenas de JumpsCare, uma marca registrada de Raimi, adicionam uma camada de suspense e tensão à narrativa. No entanto, em alguns momentos, a escuridão visual pode ter obscurecido alguns detalhes, deixando o espectador em busca de maior clareza.


NOTA


O uso de CGI é uma peça essencial para criar o mundo místico e multiversal de Doutor Estranho 2. No entanto, em algumas cenas, o CGI pode ter parecido inacabado, o que pode ter impactado a imersão do espectador. A complexidade das sequências multiversais pode ter exigido um trabalho de pós-produção mais aprimorado para alcançar um nível de perfeição visual.


Em síntese, Doutor Estranho 2: No Multiverso da Loucura oferece uma experiência cinematográfica envolvente, marcada por uma direção distintiva e algumas atuações notáveis. No entanto, a distribuição de destaque entre os personagens e a execução do CGI podem ter deixado alguns espectadores em busca de uma experiência ainda mais polida, merece uma nota de 6.8 em uma escala de 10. A jornada ao multiverso é, sem dúvida, uma emocionante, mas pode ter deixado espaço para um aprimoramento em áreas cruciais para o próximo capítulo do UCM.

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